Vacinas que os adultos devem tomar – Lista completa da cartela brasileira

Apesar de que o uso de vacinas para prevenir a doença se prolonga na vida adulta, os mais velhos não costumam manter um controle exaustivo delas. Isto é assim porque desde a sua origem, as políticas públicas sobre vacinas foram focados em crianças.

No entanto, na última década, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar que se estenda para os adultos a cobertura de determinadas vacinas –a mais conhecida é a da gripe–.

“A imunização através de vacinas que os adultos oferece vários benefícios ( … ), reduzindo a circulação de vírus e bactérias, e alivia o sistema de saúde: ao investir em vacinas, ganha-se em prevenção e realizam menos tratamentos da doença e suas sequelas”

Adverte o médico Marcelo do Castelo, especializado deve e diretor da carreira de doenças infecciosas da faculdade de Medicina da Universidade Católica Argentina.

Vacinação de Adultos

Vacinação de adultos

  • Gripe sazonal: Maiores de 60 anos ou adultos em condição de risco Td (Tétano e difteria). Mulheres em idade fértil (10 a 49 anos).
  • Hepatite B: pode-Se solicitar prévia avaliação e autorização médica.
  • Pneumococos: Você pode solicitar prévia avaliação e autorização médica.
  • Febre amarela: É exigido para viajar para algumas regiões e alguns países.
  • Sarampo: É necessário para viajar para algumas áreas.
  • Herpes zoster (zona): idosos, mediante análise e autorização médica.
  • Vírus do papiloma humano (HPV): Até os 17 anos. Em algumas ocasiões, mulheres com até 45 anos e mulheres até 26 anos de idade.

Confira aqui o calendário completo das campanhas de vacinação em cidades brasileiras para o ano de 2020. 

Os primeiros passos para a vacinação depois de adulto

As vacinas devem receber das mulheres em idade fértil entre os 10 e os 49 anos. Também é gratuita e obrigatória. O tétano é uma infecção grave causada pela toxina produzida por uma bactéria que pode ser transmitida por feridas, picadas sujo ou queimaduras em qualquer pessoa não vacinada.

Recomenda-se também que a proteção que oferece vacina, administrada durante a infância deve ser atualizadas a cada 10 anos, já que esta se perde após esse período. De outro lado, as pessoas que receberam a vacina contra a difteria quando eram pequenas também podem ir perdendo a imunidade com o decorrer do tempo; daí a importância de voltar a aplicar a cada 10 anos. “Esta infecção bacteriana propaga-se facilmente por meio de espirros e tosse, e se bem que na atualidade a sua frequência é menor, suas complicações podem ser muito graves”, alerta o doutor Castelo.

Em relação à vacina contra a hepatite B, sustenta-se que as três doses aplicadas entre os 2 e os 6 meses de idade são insuficientes, mas qualquer adulto pode solicitar prévio exame de anticorpos.

A hepatite B é uma infecção viral que afeta o fígado e é transmitida por contato especialmente com o sangue de uma pessoa infectada ou através de relações sexuais.

No mundo, segundo a OMS,  mais de 686.000 pessoas morrem a cada ano devido a esta doença, já que o vírus da hepatite B pode causar cirrose e câncer de fígado em pessoas não vacinadas.

Uma situação similar ocorre com a vacina contra pneumococos, que previne a pneumonia e outras complicações causadas por esta bactéria, como a meningite.

Se você vai prestar o vestibular, precisa conhecer o PROUNI

Se você tem o sonho de cursar uma universidade, então já deve conhecer algumas das formas de tornar isso realidade. Existem as provas específicas de cada instituição, e também o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que é a prova mais famosa no Brasil, com uma média de 5,5 milhões de inscritos anualmente.

A nota do ENEM permite que o candidato se inscreva para faculdades privadas e públicas em todo o país, mas também existem outros programas de ingressão, e um deles é o PROUNI.

Neste post, você vai ficar sabendo tudo sobre o PROUNI e como usá-lo para entrar na graduação!

O que é o PROUNI?

O Programa Universidade para Todos – PROUNI oferece bolsas de estudos de 50% e 100% para faculdades particulares, contemplando alunos de baixa renda.

O PROUNI é um dos programas que te ajuda a entrar na faculdade (Reprodução/Guia do Estudante)

O PROUNI foi criado em 2004 pelo Governo Federal, e cobre todo o período do curso escolhido, desde que o aluno cumpra os requisitos exigidos pelo programa.

Como funciona o PROUNI?

O PROUNI abre as inscrições semestralmente, ou seja, duas vezes por ano. Ele disponibiliza as bolsas para os participantes do ENEM do ano anterior – logo, o PROUNI 2019 é para todos que prestaram o ENEM em 2018.

Após a inscrição, é feita uma pré-seleção dos candidatos a partir da média obtida no ENEM, e são escolhidas uma opção de curso prioritária e uma secundária.

O programa realiza o cálculo da nota de corte baseado no número de vagas disponíveis e nas notas de todos os candidatos que escolheram determinado curso.

Todo o acompanhamento do processo e o resultado são disponibilizados na plataforma on-line. Se você for aprovado na seleção do PROUNI, basta ir até a instituição escolhida e terminar a matrícula presencialmente, conforme exigido por cada universidade.

Quem participa do PROUNI?

Por se tratar de um programa de bolsas para alunos de baixa renda, grande parte dos critérios é socioeconômico. Confira as especificações:

  • ser aluno de escola pública – ter estudado o ensino médio em escola pública, ou em escola particular, através de bolsa integral;
  • ter feito o ENEM – o candidato deve ter prestado o exame no ano anterior, ter tirado no mínimo 450 pontos e não ter zerado a redação;
  • ser professor de escola pública – professores também podem participar da seleção para ter uma especialização ou uma segunda graduação relacionada à sua área de atuação;
  • pessoas com deficiência – no momento da inscrição, basta apresentar os documentos que comprovem a deficiência.

Além disso, as bolsas de 100% são disponibilizadas para pessoas com até 1,5 salário-mínimo per capita, e as de 50% para pessoas com até 3 salários-mínimos.

Como posso me inscrever no PROUNI?

A inscrição para o PROUNI é feito de forma totalmente digital, através do site oficial do programa. Você informa seu CPF, junto do número de inscrição da última prova do ENEM. Em seguida, responda o questionário proposto e seleciona suas duas opções de curso. Depois, é só aguardar o resultado!

Caso você seja selecionado, a instituição escolhida irá orientar como você realiza a matrícula presencialmente e quais os documentos necessários. Não se esqueça de comprovar sua renda e de ter cursado escola pública!

3 dicas de estudo para o vestibular que vão te fazer passar nas provas

Estudar corretamente para aproveitar ao máximo as horas que dedica a esta tarefa é possível. Se você está se preparando para época de vestibulares saiba que a forma com que você conduz os seus estudos pode ser determinante para a provação em uma universidade, ainda mais no Brasil onde a concorrência é exponencial a cada ano.

Segue abaixo algumas dicas importantes que você pode seguir par conseguir tirar a melhor nota nos vestibulares e assim conseguir o privilégio de escolher onde quer estudar!

dicas para estudar para o vestibular

Nada de memorizações

Você é das pessoas que memorizam tudo? Erro. Temos que comunicar que esta não é a melhor maneira de levar adiante seus estudos. Não queremos dizer que este hábito não funcione, mas você deve saber que existem outras técnicas que podem ajudá-lo a otimizar muito melhor o seu aprendizado.

Outro ponto importante para estudar corretamente o modo de enfrentar a matéria. Na hora de interiorizar os conteúdos, por favor, não se torne um papagaio! Não se contendas em memorizar tudo de ‘pe a pa’, repetindo uma e mil vezes os apontamentos. Lança mão da memória mnemônico, realiza esquemas em sua cabeça e búscale sentido para aquilo que está a tentar compreender.  É muito melhor a usa capacidade de memorização se você tiver uma atitude de ir pesquisando e buscando uma aplicação lógica a matéria que você quer memorizar.

Tenha uma atitude ativa

Se você tem intenção de estudar corretamente, esqueça de ir para a aula, como mero ouvinte. Tenha uma atitude ativa. Tomar notas de tudo aquilo que diga o docente e achar interessante para entender a matéria. Embora pareça uma tarefa pesada, esta técnica é boa para reduzir as horas de estudo. Por quê? Porque enquanto você toma nota, você está atento ou atenta às informações que recebe e, além disso, se esforça para sintetizar a informação em seus apontamentos.

Sem compulsões

Diga ‘não’ a compulsão antes dos exames. São contraproducentes, por isso, descansa e dorme as horas que você precisa de seu corpo para estar bem! Se quiser manter uma informação a longo prazo, tenha em conta que o seu cérebro precisa processar aquilo que você colocou nele e isso acontece quando dormimos. Assim que… notas! Estuda, mas descansa para processar tudo o que foi aprendido.

Seja rigoroso ou rigorosa com o seu planejamento. Realiza estudo com descanso. Se você tem vários exames em uma mesma semana, vá alternando umas e outras disciplinas. O cérebro custa asimiliar conteúdos muito parecidos, então tente espaçar as disciplinas que abordam temáticas semelhantes.

E… antes de fazer o exame o teste-se você! Teste para ver como estás com a disciplina. Embora não se acredite, isso servirá para reforçar os conteúdos que você mais frouxos e para fazer um repasso prático de tudo o que tem aprendido.

Como se formar no Brasil

Como se formar no Brasil? Veja aqui todas as formas de ingressar às universidades brasileiras

O Brasil conta hoje com um dos sistemas educacionais mais promissores da América Latina, da Universidade de São Paulo ou da Universidade Federal do Rio Grande do Sul são, por exemplo, das mais importantes da América latina, e em ranking mundial de universidades estão dentro das 50 melhores do mundo.

O país tem conseguido esses resultados depois de anos de trabalho na construção de um sistema de Educação Superior sólido, que ainda tem muito caminho a percorrer, mas que caminha para a frente.

Dizíamos antes que a diversidade faz parte das características essenciais do método de entrada ao sistema de Educação Superior brasileiro, mas por que dizemos isso? Porque no Brasil não há um único método de acesso à formação superior, de facto, embora nos últimos anos se começou a estabilizar esta questão para que qualquer estudante, a partir de qualquer parte do país possa ingressar em universidades públicas, seguindo o mesmo método, a verdade é que ainda em muitas instituições de nível superior são utilizadas outras modalidades para permitir o acesso aos futuros alunos.

Claro, existem dois métodos que se destacam por cima do resto: o ENEM e a prova de vestibular.

Como se formar no Brasil

ENEM

Também conhecido como o Exame Nacional do Ensino Médio, esta é a prova que foi criado o Ministério de Educação no Brasil para avaliar, em primeira instância, a qualidade geral do ensino secundário. Ao menos nesses termos nasceu, no entanto, hoje, a sua importância se deve ao fato de que o ENEM é a prova de acesso às universidades públicas federais do país e também para as instituições privadas. A inscrição é feita online e em breve a prova também o será. Para saber mais informações de como funcionará o ENEM 2020 consulte o link: https://inscricoesenem2019.com.br/

O ENEM tem-se constituído como a prova mais importante do Brasil, uma vez que praticamente todas as universidades públicas do território brasileiro, já a adotam como método de ingresso dos alunos, através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Esta prova de seletividade é feita de forma anual e nele podem participar todos os estudantes que estão prestes a se formar, em nível médio, ou que já contam com os seus estudos secundários completos. A única diferença neste ponto reside no fato de que os primeiros não terão que pagar a taxa de 35 reais no conceito de direito em análise, enquanto que aqueles que não sejam alunos regulares de uma instituição de nível médio, sim você terá que pagá-la. Claro que há exceções, uma vez que os jovens que pertençam a um grupo familiar de baixa renda também não terão que pagar esta taxa.

O ENEM costuma realizar-se durante o mês de novembro de cada ano, consistindo em uma redação e quatro provas com 45 questões de múltipla escolha.

Em 2014 já se inscreveram no exame, mais de 9,5 milhões de pessoas.

Com esse resultado em mãos você poderá fazer:

  • Prouni (alunos de baixa renda para ingressar nas universidades particulares)
  • Sisu (para ingressar nas universidades federais)
  • Pronatec (inclusão em programas tecnólogos)
  • FIES (financiamento estudantil)

Exame vestibular

Este é um exame ainda adotado em várias instituições do país. Na Universidade de São Paulo, por exemplo, é o método utilizado para dar acesso aos alunos para os programas de estudo da instituição.

Em linhas gerais, o vestibular é projetado para avaliar os conhecimentos adquiridos do estudante ao longo de sua formação na escola primária e secundária.

Este tipo de exame é administrado por instituições que foram criadas para esta tarefa em particular. FUVEST, VUNESP, CESPE e COMVEST são algumas das comissões mais populares no setor, encarregadas de fazer os exames de universidades como a de São Paulo, Universidade Estadual Paulista, Universidade de Brasília e a Universidade Estadual de Campinas.A estrutura da prova seletiva pode variar dependendo da instituição de avaliação, mas em termos gerais, o exame costuma ser dividido em duas partes. Na primeira, o estudante deverá responder uma série de perguntas de múltipla escolha sobre disciplinas.

Para poder realizar a segunda parte, você deve aprovar a primeira e, nesse caso, a prova consistirá em demonstrar através de explicações concretas, que o estudante pode aplicar de forma prática os conhecimentos adquiridos. Também nesta instância costumam responder perguntas específicas sobre a faculdade a que se pretende aceder.

É preciso detalhar que no Brasil a cada instituição de nível superior poderá escolher o seu próprio método de entrada para os programas de formação que oferecem, e isso é independente do fato de que as instituições, sejam públicas ou privadas, desde que a autonomia esta decisão se aplica a qualquer tipo de estabelecimento de ensino superior.